Onde
Aveiro, Portugal. Sem morada física de visita — o caderno vive no browser.
Sem publicidade, sem parcerias, sem nada à venda. Só apontamentos sobre uma rã cheia de cor e o sossego do género de que gostamos.
O caderno nasceu numa tarde de fevereiro de 2026, em Aveiro, à mesa de uma cozinha com vista para o canal. A Marta tinha um bloco de papel esverdeado que já não usava e começou a colar ali recortes: uma rã aqui, um tom de verde acolá, uma frase à margem. Ao fim de duas semanas, o bloco estava cheio — e pareceu-nos pena guardá-lo na gaveta.
Então passámos as notas para aqui, tal e qual: cartões de tamanhos diferentes, cores só onde fazem falta, e a rã a espreitar de uma página para a outra. Não é uma revista nem um guia técnico. É mesmo um caderno.
É um site de fãs, informativo e sem fins comerciais, sobre um joguinho colorido de uma rã saltitona. Escrevemos sobre o bicho, as cores e o cenário porque gostamos do género — aquele estilo de arcada simples, de atravessar passo a passo, que existe desde os anos 80.
Não é uma página onde se experimenta seja o que for. Não temos nada embutido, não enviamos ninguém para lado nenhum e não estamos ligados a quem faz o jogo. Aqui só se lê e se olha para os desenhos.
Não somos jornalistas de jogos nem ilustradores profissionais. Os desenhos são caseiros, feitos em SVG à noite, e às vezes a rã sai um bocadinho torta. Achamos que faz parte do charme de um caderno — mas fica o aviso: isto é um passatempo, não um trabalho de estúdio.
Aveiro, Portugal. Sem morada física de visita — o caderno vive no browser.
A Marta e o João, dois amigos que gostam de jogos simples e de desenhar bichos.
Por gosto. Ninguém paga a ninguém e não há nada à venda nesta página.